Exministros se unen contra Bolsonaro por la educación en Brasil Seis exministros de Brasil, crearon una alianza este martes en Sao Paulo, para denunciar la política educativa que ha estado implementando el presidente de la nación, Jair Bolsonaro. Los exministros José Goldemberg (1991-1992), Murílio Hingel (1992-1995), Cristovam Buarque (2003-2004), Fernando Haddad (2005-2012), Aloizio Mercadante (2012-2014) y Renato Janine Ribeiro (2015) presentaron un manifiesto que denuncia las actuales políticas educativas, que según indican es de forma sectaria, además de tratar a la educación como una amenaza. “La autonomía universitaria está en juego, con verdaderos atentados retóricos por parte del Ministerio en relación a quien produce conocimiento en este país”, aseguró Haddad. Los seis exministros aseguran que la autonomía académica se encuentra en riesgo gracias al Gobierno presidido por Bolsonaro, además de arriesgar todos los logros en el ámbito educativo que se han obtenido hasta la fecha a través de diversas gestiones. Este manifiesto se debe al reciente anuncio del ministro de Educación de Brasil, Abraham Weintraub, sobre congelar un 30 por ciento del presupuesto educativo, lo cual, según los exministros puede tener resultados irreversibles y hasta fatales. Las reformas y recortes políticas que ha aplicado la gestión de Bolsonaro lo que ha conseguido es el descontento de gran parte de la población, que se ha manifestado en constantes ocasiones en lo que va de 2019. Por otra parte, once exministros de Justicia y Seguridad Pública publicaron este martes en el medio Folha de Sao Paulo, un comunicado sobre el descontento y preocupación por las políticas que quiere Bolsonaro con respecto al porte de armas y la flexibilización para la compra de ellas. Telesur Ex-ministros da Educação se reúnem e lançam nota em protesto a políticas de Bolsonaro Seis ex-ministros da Educação divulgaram uma nota em que mostram “grande preocupação” com as políticas do governo de Jair Bolsonaro (PSL) para a área. O texto foi divulgado após encontro no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) nesta terça-feira (04). Os ex-ministros José Goldemberg (1991-92), Murilo Hingel (1992-95), Cristovam Buarque (2003-2004), Fernando Haddad (2005-2012), Aloísio Mercadante (2012-2014 e 2015-2016) e Renato Janine Ribeiro (2015) argumentam que o governo tem atuado de forma “sectária, sem se preocupar com a qualidade e a equidade do sistema [educacional]” e acusam a gestão Bolsonaro de enxergar a educação como uma ameaça. Eles também defendem, no documento, o “respeito à profissão docente” e a autonomia universitária, condenando o que chamaram de “censura inaceitável” aos professores e o corte de recursos da educação básica e superior implementado governo federal no mês de abril. Após o encontro, em entrevista a jornalistas, Goldemberg, que também foi reitor da USP, enfatizou a importância de se garantir a autonomia financeira das universidades. O ministro lembrou que 35% de todas as pesquisas feitas em território nacional partem da USP, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Unicamp, instituições que possuem autonomia tanto financeira, como de gestão. O professor Murilo Hingel, à frente da pasta durante a presidência de Itamar Franco, demonstrou preocupação com a sinalização da desvinculação dos gastos obrigatórios com educação feita pelo governo recentemente. “Estes recursos são absolutamente indispensáveis. Não há educação de qualidade se não houver recursos disponíveis. Não há professores eficientes se não houver professores bem remunerados”, contestou. Em resposta a questionamentos de jornalistas, o ex-ministro declarou que acredita haver interesses de grandes grupos empresariais no processo de desmonte da educação implementado pelo governo federal. Já Cristovam Buarque, que presidiu a pasta no início do governo Lula, lamentou a situação em que a pasta se encontra. “Nós estamos aqui porque …

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